14/Jul/2009
10/Jul/2009
3 dias em Amesterdão
Desculpem-me os amigos extasiados com a ideia de um passeio pela red light district ou pelos proeflokaal. A minha ronda será feita pelo Rijksmuseum, a Aventura das Artes ou a Anne Frank Huis. E algumas pilsener, claro.
8/Jul/2009
IMI e incentivos à regeneração urbana em Évora
Em relação à pequena polémica em torno da isenção ou não do IMI dentro do Centro Histórico parece-me que não nos compete fazer a interpretação da lei (isso é assunto dos tribunais, das finanças ou até do próprio IGESPAR).
O que nos compete fazer é defender a isenção para os proprietários que recuperem os seus imóveis dentro do Centro Histórico.
Não fará sentido isentar os absentistas que deixam as suas casas degradar mas sim os que, de acordo com o interesse municipal, investem na recuperação dos imóveis.
A CME está a lançar uma operação nunca vista de regeneração habitacional no CH (por via da acção da SRU) onde as comparticipações a fundo perdido oscilarão entre 20% e 70%. Os parâmetros dos apoios estão relacionados com as condições sócio-económicas dos agregados familiares.
A CME comparticipa nas obras e aposta no repovoamento do Centro Histórico ao adquirir 10 imóveis (20 fogos) que servirão não só para realojar temporariamente os munícipes cujas habitações integram a operação piloto de regeneração do Largo Severim de Faria mas também para serem lançadas no mercado privilegiando as famílias mais jovens.
As primeiras, após a operação de recuperação, serão entregues à Habévora para habitação social.
Esta operação piloto do Largo Severim de Faria (S. Mamede) é uma operação de grande dimensão (6 quarteirões, 97 edifícios e 126 habitações) com níveis de intervenção diferentes e mais ou menos profundos (adaptações estruturais, construção de escadas ou wc’s, pinturas ou arranjos de telhados).
Trata-se de uma operação sistémica que precisou de muito planeamento e cujo sucesso é necessário para ganhar a confiança de todos. Assim será mais fácil obter o efeito multiplicador e estender o programa a todo o Centro Histórico.
As obras serão fraccionadas de forma a criar condições para a participação de pequenos empreiteiros locais de forma a dinamizar a economia local e o emprego nessa área.
Os riscos serão partilhados com parceiros privados e com os chamados parceiros estratégicos como são o caso da Universidade, da Fundação Eugénio d’Almeida, o IHRU, a Associação Comercial, o Museu, a Biblioteca Pública entre outros, que já viram aprovada uma candidatura ao QREN (a Acrópole XXI), de 10 milhões de euros, acrescidos de um reforço de mais 7 milhões de euros que ainda se aguarda a aprovação.
Estas políticas de regeneração urbana adoptadas assentam nestes três pilares:
1- No ordenamento do território, por via do controle das novas construções que não permita que o território já infra-estruturado fique desaproveitado
2- Aproveitamento dos incentivos fiscais
3- A construção de parcerias público-privadas como garante da sustentabilidade dos projectos.
Ícones do Design na Igreja de S. Vicente
A Câmara Municipal de Évora e o coleccionador de design Paulo Parra, Director do curso de Design - Escola de Artes da Universidade de Évora, inauguram, no dia 11 de Julho, a exposição Ícones do Design na Igreja de S. Vicente, em Évora, patente ao público até finais Setembro de 2009.
A relação entre um Espaço Religioso e Objectos de Culto é uma das intenções exploratórias desta exposição, quer pelas características especiais do espaço – igreja do século XVI – quer pela diversidade de linguagens que caracterizam o espólio a expor – colecção de design industrial do século XIX e XX, mostrando a evolução do design industrial nas suas vertentes mais importantes, seja no contexto social, tecnológico ou estético.
A Colecção Paulo Parra é actualmente composta por mais de 2000 objectos, entre os quais cerca de um quarto – o núcleo central da colecção – são referenciados como sendo dos principais Ícones do Design Industrial, grande parte deles integrados em colecções como a do Museu de Arte Moderna de Nova York, do Design Museum de Londres, do Centre Georges Pompidou de Paris ou do Neue Sammlung de Munique.
Os principais designers industriais do mundo, assim como as principais marcas também se encontram presentes no espólio. Este, pela sua qualidade e quantidade, encontra-se posicionado na sua área entre os melhores conjuntos internacionais atrás referidos.
7/Jul/2009
Estados da Nação
O último debate do estado da Nação desta legislatura, que por sinal estava a correr bem a Sócrates, ficou marcado pelo gesto inusitado de Manuel Pinho. Encerrado o assunto com a demissão do Ministro chega dizer que Sócrates não precisava de mais este problema.
Depois das europeias e da derrota do PS tudo parece correr mal ao Governo. Sem que se vislumbrem melhorias no ambiente económico mundial, o que contribui para um clima de incerteza decepcionante, Sócrates ainda assim contém o risco de explosão social que, por exemplo, se vive na vizinha Espanha ou em outros países europeus, em condições bem mais deterioradas que a nossa.
É um facto. Por muita especulação que se faça não atingimos ainda os dois dígitos nos números do desemprego enquanto que a Espanha está já próxima dos 20%. E não faltam medidas de apoio social que têm minimizado a difícil situação que muitos portugueses vivem.
Contudo os resultados das europeias animaram a oposição à direita e à esquerda do PS.
Depois das europeias e da derrota do PS tudo parece correr mal ao Governo. Sem que se vislumbrem melhorias no ambiente económico mundial, o que contribui para um clima de incerteza decepcionante, Sócrates ainda assim contém o risco de explosão social que, por exemplo, se vive na vizinha Espanha ou em outros países europeus, em condições bem mais deterioradas que a nossa.
É um facto. Por muita especulação que se faça não atingimos ainda os dois dígitos nos números do desemprego enquanto que a Espanha está já próxima dos 20%. E não faltam medidas de apoio social que têm minimizado a difícil situação que muitos portugueses vivem.
Contudo os resultados das europeias animaram a oposição à direita e à esquerda do PS.
A extrema-esquerda portuguesa vive da instabilidade e da agitação social e alimenta sempre que pode o discurso da desgraça mesmo que para isso seja necessário descredibilizar a própria democracia e as instituições.
A direita espera, com alguma impaciência, que o poder lhes caia nas mãos e Manuela Ferreira Leite, que conseguiu acordar um PSD letárgico desde a derrota de Santa Lopes frente ao actual primeiro-ministro, vai recebendo umas ajudas de Cavaco Silva, que começa a abrir demasiadas excepções sempre que isso possa significar crítica velada ao Governo e contributo para a erosão da autoridade do Primeiro-Ministro.
Mas Sócrates não parece querer desistir.
Manuel Pinho foi o que fez. Fartou-se dos profissionais da provocação e replicou de forma injustificável.
É este o quadro que temos, um Governo que gere o melhor que sabe uma crise que o ultrapassa, uma oposição destrutiva e sem programa e um clima de agitação pré eleitoral que muito provavelmente ainda afastará mais os portugueses da vida democrática do País.
PCP e Bloco de Esquerda não são solução para nenhum País moderno e progressista.
PCP e Bloco de Esquerda não são solução para nenhum País moderno e progressista.
Quanto ao PSD e o CDS, que estão preparados para se coligar, não sentem sequer necessidade de ter programa bastando tão somente fazer ao contrário o que o PS fez nos últimos quatro anos.
Esta linha de pensamento ficou sinteticamente definida por Manuela Ferreira Leite quando disse que se fosse eleita “rasgaria” tudo o que o PS fez no governo.
O que me remete para a questão do investimento público.
Os últimos dados disponíveis do Banco de Portugal apontam para quebras na procura tanto no mercado interno como no externo e os indicadores de confiança dos consumidores estão a cair para níveis históricos, assim como as expectativas da produção industrial e da actividade empresarial em geral.
As projecções disponíveis mostram um comportamento de esfriamento do investimento privado que está a ser compensado com investimento público. Não fosse a eterna indefinição portuguesa e grandes obras públicas já tinham arrancado e animado a economia nacional.
O que me remete para a questão do investimento público.
Os últimos dados disponíveis do Banco de Portugal apontam para quebras na procura tanto no mercado interno como no externo e os indicadores de confiança dos consumidores estão a cair para níveis históricos, assim como as expectativas da produção industrial e da actividade empresarial em geral.
As projecções disponíveis mostram um comportamento de esfriamento do investimento privado que está a ser compensado com investimento público. Não fosse a eterna indefinição portuguesa e grandes obras públicas já tinham arrancado e animado a economia nacional.
Foi a receita de todos os países ocidentais, inclusive da estratégia americana.
Mas a direita já prometeu acabar com esse investimento. E a extrema esquerda não está muito interessada em falar do assunto porque sabe que isso significa apoiar o Governo e a sua política.
Na última assembleia municipal em Évora uma moção que defende o TGV como vital para a região foi aprovada com os votos solitários do PS, a abstenção desinteressada do PCP e os votos contra do PSD.
Em 2002 essa importância foi unânime. Isto revela muito sobre o que pensam as forças políticas acerca do interesse local.
Mas a direita já prometeu acabar com esse investimento. E a extrema esquerda não está muito interessada em falar do assunto porque sabe que isso significa apoiar o Governo e a sua política.
Na última assembleia municipal em Évora uma moção que defende o TGV como vital para a região foi aprovada com os votos solitários do PS, a abstenção desinteressada do PCP e os votos contra do PSD.
Em 2002 essa importância foi unânime. Isto revela muito sobre o que pensam as forças políticas acerca do interesse local.
É conforme lhes dá.
30/Jun/2009
Dia da Cidade
O Dia da Cidade foi pródigo em inaugurações e homenagens a Instituições e personalidades com mérito.
Como sabemos que é assim que tem sido dá-se sempre a justa expectativa do que será em cada um dos anos.
Ser querer retirar o mérito ao que foi em anos anteriores é justo dizer que o ano de 2009 foi extraordinário nos talentos reconhecidos:
seja pela atribuição da medalha de ouro da Cidade à Universidade de Évora, que reconhece o contributo na projecção de Évora no mundo enquanto cidade cultural e do conhecimento, ou na atribuição a Mariana Santos Calhau Perdigão, que foi homenageada a título póstumo com a medalha de ouro de mérito municipal, ou ainda António Manuel Guttierrez Caeiro e Manuel Hipólito Valadas, ambos homenageados com a medalha de prata de mérito municipal.
As homenagens estenderam-se também às instituições associativas e culturais como a Sociedade Eborense Bota Rasa, que comemora os 170 anos, ou Centro de Jovens Cruz da Picada e o reconhecido combate contra a exclusão social, o Coral de Évora e o Coro Polifónico Eborae Musica pela sua intensa actividade associativa e cultural e o Restaurante Luar de Janeiro e o seu contributo gastronómico para o enriquecimento do nosso património cultural.
Distingue-se a excelência das pessoas e das instituições e o contributo que dão ou que deram na construção desta cidade.
Foi também um dia para a inauguração do Monumento de Homenagem aos Dadores Benévolos de Sangue, uma magnífica escultura de Maria Leal da Costa e que pode ser admirada na Horta das Figueiras.
Mas a maior surpresa estava reservada para a reabertura do Museu de Évora, cuja obra de recuperação e readaptação decorreu durante os últimos cinco anos.
Com um mar de gente para assistir à cerimónia muitos, não tendo espaço na sala, resolveram explorar entusiasticamente as salas de exposição, contrariando as tentativas dos funcionários que zelosamente tentavam dar um carácter organizado à iniciativa.
Eu, apesar da decisão de não querer ver nada a correr, lá fui empurrado pela multidão e vi o que foi possível ver. Está prometida uma visita mais calma e que aproveite tudo.
Devíamos fazer todos o mesmo. Visitar aquele museu é lidar com a excelência. Darão todos como ganho o tempo que lá perderem.
Estes texto é crónica de rádio
26/Jun/2009
23/Jun/2009
Os que inspiram confiança
Quando se está na vida por convicções e por ideiais é justo que muitos estejam connnosco e com os projectos que defendemos. Mas é muito mais importante ainda que muitos partilhem a vontade de fazer e, com ela, a disponibilidade para trabalhar, para fazer parte da solução em vez do problema.
Por isso é compreensível que os políticos ou pelos menos os bons lideres se comportem como motivadores, capazes de potenciar o que de melhor têm as pessoas, estimulado-as a participar, a envolverem-se.
As grandes lideranças de hoje já pouco têm que ver com messianismos ou sebastianismos. As grandes lideranças são aquelas que inspiram as pessoas e que a levam a participar.
Num tempo de cinismos respeite-se a coragem dos que dão a cara pela democracia. São milhares os que se preparam para o escrútinio das suas vidas e para avaliações que nem sempre serão justas.
Com excepção dos populismos e das demagogias fáceis e apesar das diferenças que separam muitos dos que se candidatam em eleições, respeito profundamente quem se coloca na situação da escolha. Quem se arrisca à dolorosa e frustrante rejeição. Faz parte do jogo democrático.
Mas a minha crónica não pretende falar de derrotas. Ela prefere, como é óbvio, as vitórias. Tudo isto a propósito de um jantar da candidatura de José Ernesto, Capoulas Santos e dezanove bons candidatos às freguesias, que decorreu na semana passada em Évora. Teve tanta gente que era visível a emoção dos candidatos.
José Ernesto d’Oliveira disse na altura que quando decidiu voltar a candidatar-se à Presidência da Câmara Municipal, procurou fazer uma avaliação justa e ponderada da tarefa a que se estava a propor. E concluiu de uma forma interessante sobretudo vindo de um político como ele que, na boa acepção do termo, considero da escola idealista. O candidato, rodeado de tanta gente, disse que o projecto que encabeça há oito anos não é dele nem é tampouco do seu partido, é das pessoas. E é pelo apoio e por ter tanta gente disponível para trabalhar que ele decide candidatar-se de novo.
Num País que tem 10 milhões de treinadores de bancada, com opinião para tudo e mais alguma coisa e onde a preguiça leva-nos mais vezes a participar na destruição do que na construção do que seja é preciso ter coragem para ir a jogo. E muitos saberão como eu sei que não se trata de dinheiro ou do protagonismo, trata-se do reconhecimento. Arriscar fazer e ser reconhecido por isso.
Ganha-se muita confiança quando se reconhece um bom político.
Nota: este texto é crónica de rádio
21/Jun/2009
19/Jun/2009
18/Jun/2009
Na caixa de comentários e ainda por responder
Os Povos Europeus, julgo que não estamos sós , têm o direito de saber o que fazem os seus eleitos, do que tratam no PE e de que forma.
Se são mais importantes os interesses das “famílias políticas”, uma espécie de “famílias de acolhimentos” por uns tempos, ou os interesses do País que representam. Eu diria que os interesses deveriam ser os mesmos.
Mas não são! Como podemos nós , ou seja os nossos representantes no PE influenciar decisões?. É verdade que se lá não estivermos então é que não influenciamos nada. Mas sabemos que, como outros, invadimos o clube dos ricos e estes, como nunca gostaram de misturas, deixaram de se interessar pelo clube, formaram outro dentro daquele.
Há a sensação de que existem salas às quais não temos acesso, as chaves estão escondidas. As pessoas, o que sabem é que a CEE mandou abater a frota pesqueira, mandou reduzir algumas culturas, mandou reduzir a produção de leite, mandou fechar queijarias, acabou com a matança do porco etc. etc. Mas afinal quem é que explica aos povos que não é a CEE quem manda?, somos nós que não entendemos.
Como é que podemos dizer ao povo Alemão ou Francês que os nossos problemas são os mesmos que os deles? Quanto ao balanço da eleição europeia e dos resultados, só posso dizer que a culpa é nossa. Concordo, perdemos todos!Estava muito entretido a escrever estas linhas quando oiço o responsável duma associação de agricultores dizer que tem o direito de escolher o ministro.
Por este andar, cada associação escolhe o seu ministro e respectivo presidente da Câmara e volta-se ao antigamente não é necessário eleições. Acho que há gente com saudades desse tempo. E o mais perigoso é o facto de existirem partidos políticos que parecem concordar com tais dirigentes, pelo menos não se demarcaram dessas ideias , enquadrando-se naquilo a você apelida de cinismo e falta de ética, e eu acrescento no vale tudo.
Continuarei a seguir “O quatro”
Joaquim Carrapato
17/Jun/2009
Hoje não preciso de palavras
Palavras só para agradecer ao Nuno Lino, ao Rui Praxedes, ao Natanael Vinha, à Tânia Caldeira, ao Jorge Alfaiate, à Ana Lisa, à Silvia Gomes, à Marta Ricardo, à Rita Paias, ao Tiago Carapinha, ao João Romão, ao Bacalhau e a equipa que trouxe, à Susana Pedro pelas dicas e visão crítica, ao Luís Rato, à Maria Canha, o Ricardo Mansinho, o Daniel e o Gabriel Galvoeira, Luís Prates, Ricardo Oliveira, o João Carriço, o Hugo Garcia. E aos outros que vou conhecendo mas ainda não fixei o nome (as minhas desculpas). Rita Martins, mesmo com sotaque galego estiveste muito bem e foste aplaudida (grande claque nos da bandeira amarela).
16/Jun/2009
Eis os que se apresentam
Esta não é uma crónica habitual porque os últimos dias não me permitiram pensar noutra coisa que não na, chamemos-lhe celebração democrática, que há-de ser o jantar de apresentação dos candidatos autárquicos pelo PS em Évora.
Com mais de 1200 pessoas inscritas já será arriscado desafiar quem me ouve a vir assistir à apresentação da equipa que, com José Ernesto d’Oliveira, avança para as eleições autárquicas de 2009. Querendo serão todos bem-vindos.
Não me levarão a mal que aproveite este canal privilegiado, para digamos, desvendar um pouco o que será apresentado dentro em pouco aos eborenses: uma equipa com muitas continuidades, bastante renovação e até com a participação de muitos que, com percursos políticos nem sempre coincidentes com o nosso, estão motivados a integrar este projecto de mudança de Évora que começou há oito anos e se prepara para pedir renovada confiança aos eborenses.
José Ernesto d’Oliveira na Câmara Municipal e Capoulas Santos na Assembleia Municipal são por si uma garantia de estabilidade e progresso.
Como cabeças de lista às Juntas de Freguesia teremos a continuidade de António Maduro em S. Sebastião da Giesteira, Luís Matias na Boa-Fé, António Ramos em Santo Antão, Jorge Gil na Sé e S. Pedro, Baltazar Damas na Horta das Figueiras, João Ricardo em São Bento do Mato, José Calado em São Vicente do Pigeiro, Felizberto Bravo em São Miguel de Machede, Fernando Nunes na Senhora da Saúde, António Galão em S. Manços e Silvino Costa nos Canaviais.
Quanto à renovação ela acontece no Bacelo com José Pacheco, na Torre dos Coelheiros com Lúcio Guerreiro, na Malagueira com Jorge Raposo, na Graça do Divor com Mariana Castor, na Tourega com Manuel Figo, em S. Mamede com a Luísa Antunes, em Guadalupe com Mário Barbas e em N. S. de Machede com José Piteira.
São estes os candidatos capazes de protagonizar o desenvolvimento e o bem-estar das populações que se propõem servir. Todos eles com provas dadas e que demonstram a grande abertura e unidade em torno deste projecto de mudança que extravasa a candidatura partidária.
Os tempos não são fáceis e cada um dos candidatos sabe que os espera um combate político duro. Mas a palavra de ordem é confiança.
Que começa nestes 1200 eborenses e no sinal de apoio que a sua presença representa.
15/Jun/2009
Nem pensar
Antes de quarta-feira não há respostas a mails, comentários aos comentários e, provavelmente, a crónica. Mas o que é certo é que já atingimos os 1200 lugares no jantar de amanhã. E isso é prioridade. O resto logo se verá.
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